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Irmão de Eliza Samudio relata abalo após passaporte encontrado em Portugal

Passaporte de Eliza Samudio encontrado em Portugal reacende incertezas; irmão relata abalo emocional e não acredita na hipótese de ela estar viva

Irmão de Eliza Samudio reage após passaporte ser encontrado em casa de Portugal e relata: 'mexeu com o psicológico'
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  • Um passaporte em nome de Eliza Samudio foi encontrado em uma casa coletiva em Portugal, cerca de quinze anos após a modelo ter sido dada como morta.
  • O documento foi confirmado como da irmã pela família; o caso volta a levantar perguntas sobre o que aconteceu.
  • O irmão de Eliza, Arlie Moura, disse que o achado mexeu com o seu psicológico e que não acredita que a ex-namorada do ex-jogador Bruno Fernandes esteja viva.
  • A investigação deve apurar como o passaporte foi parar ali (se foi perdido, roubado ou outro motivo) e por que só agora foi divulgado.
  • O corpo de Eliza Samudio jamais foi encontrado; Bruno Fernandes foi condenado pelo assassinato, ocorrido em 2010.

O passaporte em nome de Eliza Samudio, assassinada em 2010 a mando do ex-namorado Bruno Fernandes, foi encontrado em uma casa coletiva em Portugal. A descoberta reacende dúvidas sobre o caso e reforça a narrativa de que a modelo continua fora do Brasil.

O irmão de Eliza, Arlie Moura, afirmou ao jornal local que o documento realmente pertence à irmã. Ele disse que será preciso investigar como o passaporte acabou naquela residência e se houve perda ou roubo. A confirmação é de que o documento foi expedido em maio de 2006, em São Paulo, e agora está sob escrutínio.

Arlie relatou que o achado mexeu com o psicológico da família e que não acredita na hipótese de que Eliza esteja viva. Mesmo assim, reconheceu que o desejo de ver a irmã com vida persiste, enquanto as autoridades avaliam os próximos passos.

O caso de Eliza segue sem o corpo encontrado até hoje. A investigação aponta que ela ficou mantida em cárcere privado em um sítio ligado a Bruno, que ficou preso por mais de 20 anos. Bruno iniciou a carreira no Atlético-MG e teve passagem pelo Flamengo, onde conquistou títulos, antes de ser condenado pelo crime.

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