- Maria Prata, jornalista e esposa de Pedro Bial, foi assaltada à mão armada em uma rua residencial da Lapa, em São Paulo, com a filha Dora de 6 anos ao lado.
- O criminoso estava disfarçado de entregador de aplicativo e exigiu o celular, pedindo a senha enquanto revirava a bolsa.
- O diálogo entre a vítima e o ladrão foi detalhado pela jornalista, que relatou que o assaltante errou as teclas ao digitar a senha por nervosismo.
- Após o crime, mãe e filha chegaram à casa e foram acolhidas por amigos; Pedro Bial também estava no local.
- Dora não viu a arma; a menina perguntou várias coisas sobre o que aconteceu durante o dia, e Maria disse que não consegue dormir e que o episódio fica como um replay na cabeça.
Maria Prata, jornalista e esposa de Pedro Bial, relata ter sido vítima de um assalto à mão armada em São Paulo. O crime ocorreu em uma rua residencial da Lapa, quando ela estava acompanhada da filha Dora, de 6 anos. O ladrão agiu disfarçado de entregador de aplicativo.
A los aspectos narrados, o assaltante abordou o veículo e exigiu o celular. Maria descreve uma troca de palavras enquanto o bandido procurava a senha do telefone e revirava a bolsa da dupla. A criança observou a tensão no rosto da mãe durante a abordagem.
O crime ocorreu no momento em que mãe e filha se dirigiam a uma residência após estacionar o carro. Ao terminar o saque, o homem fugiu levando cartões e o celular. Dora não viu a arma e questionou repetidas vezes sobre o que aconteceu, segundo o relato.
Repercussões e contexto
Após o ocorrido, Maria e Dora foram acolhidas por amigos e por Pedro Bial, que chegou ao local logo em seguida. A jornalista disse que entregou Dora ao marido antes de se recompor, registrando o impacto emocional do momento para a menina.
Segundo Maria, a filha ficou chorando e processando os acontecimentos durante o dia. A adolescente de 8 anos, Laura, não consta como presente no episódio e não houve relatos de outros feridos ou danos colaterais.
Observações finais
Maria descreveu o episódio como uma experiência perturbadora, marcada pela repetição de áudios e imagens do ocorrido. Ela afirmou que a família tenta retomar a rotina, mantendo o foco na segurança e no bem-estar das meninas. O caso segue sob apuração, com investigações em andamento pelas autoridades.
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