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Mulher americana encerra caso por crime menor após acusação contra padre

Heather Jones, de Alabama, aceita dois anos de probation por prática não autorizada de direito, fechando processo aberto após denúncia contra sacerdote por conduta predatória

Clergyman Robert Sullivan told his congregation he was taking a leave of absence on 3 August 2025.
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  • Heather Jones, de Alabama, fechou um caso com sentença de dois anos de probation por prática de direito sem licença, em Marshall County.
  • O acordo ocorreu dias depois de ela denunciar um padre católico, Robert “Bob” Sullivan, por comportamento predatório envolvendo uma menor.
  • Sullivan deixou o sacerdócio em novembro, após as acusações.
  • Jones afirma que a sentença a deixa “livre e sem esse peso” e que suspeita haver tentativa de minar sua credibilidade.
  • Em outro caso separado, Jones foi presa por suposta prática de direito sem licença, mas aceitou a probation ao início do processo.

Heather Jones, de Alabama, resolveu um caso administrativo que se abriu contra ela poucos dias depois de denunciar um padre católico por comportamento predatório. O acordo prevê dois anos de liberdade condicional por suposta prática não autorizada da lei, anunciado pelo cartório do condado de Marshall.

O caso ocorreu em 28 de janeiro, quando Jones aceitou o regime de supervisão. A jovem afirmou sentir-se, ao final, livre de uma situação que acredita ter sido usada para atestar sua credibilidade após as denúncias contra o padre.

Jones, hoje com 33 anos, tornou pública a acusação contra o padre Robert Sullivan, então pastor da paróquia Nossa Senhora das Dores, em Homewood. A denúncia levou à renúncia de Sullivan, em novembro, e houve investigação interna na diocese de Birmingham.

A diocese de Birmingham encaminhou as acusações para a Igreja Católica mundial. Sullivan pediu dispensa de todas as obrigações do sacerdócio, proposta que recebeu aprovação do Papa em novembro. A história foi amplamente divulgada pela imprensa local.

Separadamente, oito dias após a reportagem do Guardian, Jones foi presa por suposta prática de direito sem licença, relacionada a uma moção apresentada em processo de Marshall County. Os promotores disseram que a assinatura foi feita em seu nome como advogada estudante, sem autorização.

O acordo de Jones foi fechado na manhã em que o caso contra ela entraria em julgamento. Em nota, a ex-advogada estudantil afirmou ter encontrado apoio entre sobreviventes e reiterou gratidão à rede de apoio.

Jones destacou ainda que a experiência a deu paz em relação às próprias ações e intenções, e que espera que outras pessoas afetadas por casos semelhantes também encontrem tranquilidade. O escritório do procurador não comentou o caso.

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