O nome de Luciana Gimenez voltou ao centro das atenções nas redes sociais recentemente. A apresentadora figura em uma lista de documentos financeiros divulgados pelas autoridades dos Estados Unidos relacionados ao caso Jeffrey Epstein. Os registros citam transferências que a apresentadora recebeu transferências que chegam a cerca de US$ 12 milhões (cerca de R$ 62 milhões), embora não apresentem detalhes sobre a origem dos valores […]
O nome de Luciana Gimenez voltou ao centro das atenções nas redes sociais recentemente.
A apresentadora figura em uma lista de documentos financeiros divulgados pelas autoridades dos Estados Unidos relacionados ao caso Jeffrey Epstein.
Os registros citam transferências que a apresentadora recebeu transferências que chegam a cerca de US$ 12 milhões (cerca de R$ 62 milhões), embora não apresentem detalhes sobre a origem dos valores nem estabeleçam vínculo direto com o financista condenado por crimes sexuais.
Segundo os arquivos tornados públicos, as movimentações financeiras teriam ocorrido em diferentes períodos, incluindo anos recentes da década passada.
O que dizem os documentos
Os registros divulgados fazem referência a operações bancárias nas quais o nome da apresentadora aparece como destinatária. No entanto, o material não esclarece se os valores têm relação com Epstein ou com atividades ilícitas.
Autoridades também não detalharam de quais contas partiram as transações nem o contexto completo das movimentações.
A divulgação integra um conjunto maior de arquivos ligados ao caso Epstein, que vêm sendo liberados gradualmente após pressão pública por mais transparência sobre as relações financeiras do bilionário e sua rede de contatos.
Posicionamento de Luciana Gimenez
Diante da repercussão, Luciana Gimenez publicou uma nota comunicando que nunca conheceu Jeffrey Epstein.

“Luciana Gimenez esclarece que nunca conheceu Jeffrey Epstein e jamais teve qualquer tipo de contato pessoal, profissional ou financeiro com ele.”
“A apresentadora reforça que nunca compactuou, nem compactuaria, com práticas ilícitas ou criminosas, repudiando de forma categórica qualquer tentativa de associar seu nome a essas situações.”
A apresentadora informou ainda que procurou o Deutsche Bank Trust Company Americas, instituição na qual possuía conta no exterior, para entender por que seu nome aparece nos registros.
O posicionamento afirma também que as operações mencionadas seriam transferências internas entre contas da própria apresentadora.
“A priori, as movimentações citadas que envolvem a apresentadora referem-se exclusivamente a transferências de sua conta de investimentos para sua conta de pessoa física.”
Gimenez declarou permanecer à disposição para prestar esclarecimentos caso seja necessário.
Outros brasileiros mencionados
Além da apresentadora, documentos ligados ao caso citam o empresário Eike Batista em contextos relacionados a possíveis negociações comerciais intermediadas por terceiros.
Batista já afirmou que não conheceu Epstein e que não mantém lembrança de reuniões mencionadas nos registros.
A modelo Luma de Oliveira também aparece em trocas de e-mails atribuídas ao financista, em conversas sobre o interesse dele em mulheres brasileiras.
Nenhum dos nomes brasileiros foi implicado nas acusações de crimes sexuais que levaram à condenação de Epstein.
Quem era Jeffrey Epstein
Jeffrey Epstein foi um investidor americano que, por décadas, circulou entre empresários, políticos e celebridades.
A imagem de bilionário influente começou a desmoronar após denúncias de que ele recrutava adolescentes para exploração sexual, sob o pretexto de “massagens”.
Investigações na Flórida e apurações federais apontaram um esquema com intermediários e deslocamentos frequentes.
O caso virou um dos maiores escândalos recentes dos Estados Unidos ao expor acordos judiciais controversos e a proximidade de Epstein com figuras públicas.
Em 2019, ele foi preso novamente, mas morreu em uma cela em Nova York antes de ir a julgamento, o que alimentou ainda mais o interesse sobre seus arquivos e conexões.
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