- A necropsia de Rayssa Maritein Bezerra e Silva, 44 anos, não indicou sinais clássicos de intoxicação alimentar.
- A perícia afirma que o laudo toxicológico ainda não está concluído e pode esclarecer a causa da morte.
- Exames toxicológicos estão sendo feitos em amostras de alimentos do restaurante e em materiais biológicos da vítima.
- Mais de 114 pessoas apresentaram sintomas similares após comer na pizzaria de Pombal, no Sertão da Paraíba, entre 15 e 17 de março.
- O estabelecimento foi interditado cautelarmente pela Vigilância Sanitária, enquanto aguardam os laudos periciais para esclarecer a origem do episódio.
A perícia não encontrou sinais clássicos de intoxicação alimentar na necropsia de Rayssa Maritein Bezerra e Silva, de 44 anos, morta após consumir uma pizza em Pombal, no Sertão da Paraíba. O resultado foi apresentado pelo perito Luiz Rustenes.
A Polícia Civil informou à CNN Brasil que o laudo toxicológico ainda não está concluído e é considerado essencial para esclarecer a causa da morte. O exame deve ficar pronto ainda nesta semana, segundo autoridades.
Exames do Instituto de Polícia Científica da Paraíba estão em andamento, com amostras de alimentos do estabelecimento e materiais biológicos da vítima sob análise. Até o momento, nenhuma hipótese foi descartada.
O caso ganhou repercussão após pacientes procurarem unidades de saúde em Pombal entre os dias 15 e 17 de março. Relatos apontam sintomas como náuseas, vômitos, dores abdominais, diarreia e mal-estar, todos ligados ao consumo em uma pizzaria do centro.
Raíssa faleceu na terça-feira, 17, no Hospital Senador Rui Carneiro. A Polícia Civil instaurou um inquérito para investigar a possível relação entre os alimentos e os quadros apresentados pelas outras pessoas atendidas.
O estabelecimento foi interditado cautelarmente pela Vigilância Sanitária. As autoridades aguardam os laudos periciais para esclarecer o que provocou o episódio e se houve ligação entre o alimento consumido e os diferentes sintomas.
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