- A influenciadora Débora Paixão pediu a liberdade do marido, Chrys Dias, que permanece preso, enquanto ela cumpre prisão domiciliar com tornozeleira após a Operação Narco Fluxo.
- A operação da Polícia Federal mira lavagem de dinheiro do tráfico de drogas para o PCC e apostas ilegais, envolvendo mais de trinta pessoas e movimentando cerca de R$ 1,6 bilhão.
- Chrys Dias e Débora Paixão foram presos na quarta-feira; ele continua detido, e ela recebeu autorização para cumprir prisão domiciliar.
- O casal tem quatro filhos; Débora publicou fotos com as crianças pedindo apoio e mencionou dificuldades vividas desde a operação.
- Além de Chrys e Débora, a ação também prendeu MC Ryan SP e MC Poze do Rodo; perfis de envolvidos chegaram a ser derrubados nas redes sociais.
Em meio a uma operação da Polícia Federal contra lavagem de dinheiro ligada ao PCC, Chrys Dias foi preso e permanece detido; a esposa, Débora Paixão, teve prisão convertida em domicílio com tornozeleira. A ação ocorreu no âmbito da Operação Narco Fluxo, que também envolveu apostas ilegais e rifas digitais.
Débora Paixão, influenciadora com mais de 10 milhões de seguidores, pediu a liberdade do marido em vídeos publicados no Instagram. Chrys Dias e Débora foram detidos na quarta-feira (15) na região de São Paulo; a PF também prendeu MC Ryan SP, MC Poze do Rodo e outros investigados, somando mais de 30 pessoas.
A investigação aponta um esquema bilionário, com movimentação estimada em cerca de R$ 1,6 bilhão, usando a visibilidade nas redes e empresas de entretenimento para legalizar recursos de origem ilícita. Chrys permanece na carceragem da PF, na Lapa, enquanto Débora cumpre prisão domiciliar.
Prisões e desdobramentos
Segundo a PF, MC Ryan SP é apontado como peça central do esquema, com desdobramentos em estados diferentes. Perfis de envolvidos foram derrubados nas redes; a conta de Chrys Dias continua inativa. A defesa de todos os investigados sustenta ausência de acesso integral aos autos e nega irregularidades.
A Meta, responsável pelo Instagram, confirmou que não comentaria o caso. As defesas reiteram que as informações ainda estão sob análise judicial e que não houve confirmação de irregularidades. O material completo segue sob sigilo de Justiça.
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