- Reviravolta surge sete anos após o desaparecimento do menino Samuel Victor da Silva Gomes Carvalho, que tinha seis anos na época.
- Samuel sumiu em 2019 após supostamente pular o portão da casa da avó, em Rondonópolis, a 218 quilômetros de Cuiabá, Mato Grosso.
- A Guarda da irmã de dois anos de Samuel foi removida da mãe, Anelice da Silva Gomes, pelo Conselho Tutelar de Rondonópolis, devido a suspeitas de maus-tratos.
- A menina passou por várias internações por quedas e dores abdominais; exames indicaram líquido no abdômen e houve cirurgia abdominal.
- A mãe nega maus-tratos e diz que a filha apenas caiu no parquinho; polícia afirmou não haver novas informações sobre Samuel e que denúncias anteriores foram investigadas.
Uma reviravolta envolvendo o caso do menino Samuel Victor da Silva Gomes Carvalho emergiu sete anos após o seu desaparecimento. Samuel tinha seis anos quando saiu do portão da casa da avó, em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá, Mato Grosso. O caso ocorreu em 2019 e não houve localização do garoto até hoje.
Agora, o Conselho Tutelar de Rondonópolis retirou a guarda da irmã de Samuel, uma menina de dois anos, da mãe, Anelice da Silva Gomes, de 30 anos. A medida ocorreu por suspeitas de maus-tratos, após a menina apresentar episódios de quedas e dores abdominais que levaram a internações.
A família afirmou ao veículo local Primeira Página que não houve maus-tratos. A mãe informou que a filha sofreu uma queda na escola, passou por atendimento médico e precisou de cirurgia na mão, com dores abdominais posteriormente. Os exames indicaram líquido na região abdominal e cirurgia abdominal foi realizada.
Desdobramentos recentes
Na quarta-feira anterior, o Conselho Tutelar decidiu pela retirada da guarda da criança. A mãe afirmou não ter sido previamente avisada e disse que, caso fosse ao hospital, poderia ser presa, o que rejeita como acusação de crime.
Há dois anos, a mãe já havia falado sobre a falta de solução para o desaparecimento de Samuel, relatando sensação de desamparo e cobrando atuação das autoridades. A polícia informou, à época, que não havia novas informações relevantes e que denúncias recebidas eram falsas.
A investigação sobre Samuel continua sem apontar culpados ou provas de localização do garoto. Em 2024, a mãe citou a possibilidade de ter sido o ex-marido de sua própria mãe a responsável pelo suposto crime, mas a polícia não confirmou investigações contra ninguém.
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