- Chuva forte em o Grande Recife mantém a região em alerta para inundações e deslizamentos; escolas, em sua maioria, suspenderam as aulas.
- Nas últimas 24 horas, o volume chovido representa cerca de um terço do esperado para o mês, e ruas ficaram alagadas com moradores ilhados.
- Na zona oeste da capital, o rio Tejipió transbordou, evidenciando o risco de enchentes; em Goiana, moradores tentam recuperar pertences após a água atingir casas.
- Desde sexta-feira, Pernambuco registra seis mortes; o total de desalojados e desabrigados chega a quase 2,3 mil, com risco persistente até o fim de semana.
- Em Olinda, imagens mostram resgates improvisados por moradores; um menino de dois anos foi retirado de área alagada dentro de uma bacia.
O Grande Recife enfrenta alerta permanente para inundações e deslizamentos de terra após mais uma rodada de chuvas intensas. Nas últimas 24 horas, a região registrou volume equivalente a cerca de um terço do esperado para todo o mês, provocando alagamentos em ruas e avenidas. Moradores ficaram ilhados e escolas suspenderam aulas.
Na zona oeste da capital, o rio Tejipió transbordou, evidenciando o risco de cheias rápidas. Em Goiana, a cerca de 70 km do Recife, famílias tentaram recuperar pertences após a água alcançar atividades dentro de casas. O período chuvoso aumentou a demanda por ações de resgate e atendimento emergencial.
Desde sexta-feira, as chuvas já causaram seis mortes em Pernambuco e deixaram quase 2,3 mil desalojados e desabrigados no estado, segundo a Defesa Civil. Em áreas de risco, parte dos moradores se recusa a deixar as residências, mantendo o risco de novos alagamentos.
Desdobramentos e relatos de resgate
Imagens de Olinda mostram moradores improvisando métodos de resgate com eletrodomésticos e recipientes para alcançar pessoas, animais de estimação e pertences. Em um caso, um menino de dois anos foi retirado de área alagada e colocado em segurança dentro de uma bacia.
Autoridades reiteram a necessidade de evacuação de áreas classificadas como de risco, mas destacam dificuldade de remoção devido a limitações logísticas e à resistência de parte da população. O perigo de novas cheias e deslizamentos permanece elevado até o fim de semana.
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