- Carolina Sthela Ferreira dos Anjos foi presa em Teresina, no Piauí, na sexta-feira, suspeita de agredir a empregada doméstica Samara Regina Dutra, de 19 anos, grávida de cinco meses.
- Samara relata que sofreu agressões por mais de uma hora e foi ameaçada com arma durante a busca pelo anel alegadamente furtado.
- A vítima afirma que a patroa acionou um policial, amigo de Carolina, para pressioná-la, conforme áudios vazados.
- Os áudios também mencionam que o policial chegou a colocar a arma na boca da vítima e que houve golpes na cabeça, pescoço e costas.
- A investigação aponta que Carolina tentava fugir com a família para o Paraguai, após planejar fretar um voo não comercial; a defesa anterior informou que ela foi a Teresina para deixar o filho.
A domDescrição: Doméstica grávida relata agressões cometidas pela patroa em Paço do Lumiar, Maranhão. A vítima, Samara Regina Dutra, 19 anos, está grávida de cinco meses. A acusada, Carolina Sthela Ferreira dos Anjos, foi presa em Teresina, enquanto tentava fugir da Polícia.
Segundo Samara, as agressões teriam ocorrido após Carolina acusá-la de furtar uma joia. Ela afirma que foi obrigada a procurar o anel entre 17h e 21h e que a patroa acionou um policial amigo para pressionar a vítima. Os relatos foram expostos em áudios vazados pela própria aggressora.
Por volta das 7h, o policial chegou ao local e houve violência física, incluindo ameaças com arma. Samara descreve puxões de cabelo, socos no pescoço e nas costas, além da preocupação com a gestação durante a violência. O anel foi encontrado em um cesto de roupas, segundo o testemunho.
A violência cessou com a expulsão de Samara da residência. Ela buscou ajuda com uma amiga no condomínio e acionou a Polícia, que levou a vítima para a casa de Carolina. A conversa entre Samara e a equipe policial, gravada, dura cerca de três minutos e não resultou na condução imediata da agressora.
Investigação e detenção
Carolina foi presa na sexta-feira, 8 de maio, em um posto de combustível em Teresina, Piauí. A Polícia afirma que a empresária tentava fretar um voo não comercial para o Amazonas, com o objetivo de fugir com a família para o Paraguai. O caso é investigado por tentativa de homicídio tripla qualificada, tortura, cárcere privado, injúria, calúnia e difamação, envolvendo também o crime de agressão contra a grávida.
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