- Explosão no Jaguaré, zona oeste de São Paulo, na segunda-feira, deixou um morto, três feridos e cento e sessenta pessoas afetadas.
- Desabrigadas somam sessenta e uma, que ficaram em hotel pago pela Sabesp e pela Comgás; assistentes sociais cadastraram novas vítimas.
- A Defesa Civil liberou um prédio que abriga três centenas de famílias, com danos superficiais, para uso momentâneo.
- A Sabesp informou que, pouco antes da explosão, equipes perfuraram tubulação de gás no local; as causas serão apontadas pela perícia com apoio do IPT e do Instituto de Criminalística, em parceria com as concessionárias.
- Até a manhã de terça-feira, doze de maio, foram cadastradas cento e cinquenta e nove famílias; cada uma recebeu dois mil reais por Pix para despesas imediatas, e equipes de engenharia seguem avaliando os imóveis para eventual ressarcimento.
O dia após a explosão no Jaguaré, zona oeste de São Paulo, mobiliza o governo estadual e as concessionárias Sabesp e Comgás. Um homem morreu e outras três pessoas ficaram feridas, com um hospitalizado em estado grave. O incidente ocorreu na última segunda-feira, 11, em imóveis da região, provocando desabrigos e danos estruturais.
Segundo a Defesa Civil, 160 pessoas foram afetadas e 61 desabrigadas passaram a ficar em hotel pago pelas concessionárias. Assistentes sociais atuam no local para cadastrar novas vítimas com danos em imóveis. Vídeos de moradores mostram a extensão dos estragos, com vidro quebrado e esquadrias espalhadas.
O prédio que abriga cerca de 300 famílias foi liberado pela Defesa Civil, apresentando apenas danos superficiais na estrutura. Equipes de análise já atuam em campo para avaliação individual de cada imóvel, com classificação por cores para retorno ou retirada de pertences.
Investigação e perícia
O estado informou que a perícia do Instituto de Criminalística, com apoio técnico do IPT, trabalha em parceria com Sabesp e Comgás para esclarecer as causas. A Sabesp apontou que, pouco antes da explosão, equipes perfuraram uma tubulação de gás no local. A conclusão formal depende da perícia.
Quinze técnicos participam das vistorias, incluindo profissionais da Polícia Técnico-Científica, Polícia Civil, IPT e Defesa Civil. A expectativa é definir quais imóveis podem ser liberados aos familiares com base na avaliação de riscos.
Assistência às famílias
Até a manhã de terça-feira, 12, 159 famílias já haviam sido cadastradas pelas concessionárias. Cada grupo recebeu 2.000 reais por Pix para despesas emergenciais. Hotéis continuam disponibilizados para abrigos temporários, conforme necessidade.
Equipes de engenharia permanecem no local, oferecendo suporte técnico para investigações e para o ressarcimento dos prejuízos. A ação de acolhimento e indenização é acompanhada pela Arsesp, órgão regulador estadual.
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