- As crianças Ágatha Isabelly, 6 anos, e Allan Michael, 4 anos, desaparecidas em Bacabal, Maranhão, sumiram no dia 4 de janeiro; o primo Anderson Kauã foi encontrado três dias depois.
- A mãe, Clarice Cardoso, negou que os filhos tenham sido localizados, dizendo que é tudo mentira e que, se tivessem sido encontrados, ela seria a primeira a saber.
- Ela afirmou não haver pistas novas e que os delegados dizem apenas que estão investigando, sem podem divulgar.
- Clarice disse que acredita que os filhos teriam sido levados, pois não havia como se perder na mata, e criticou a falta de cooperação dos pais biológicos.
- As buscas na região foram interrompidas e as investigações seguem sob responsabilidade da polícia civil, com apoio principalmente do marido de Clarice.
O caso envolve o desaparecimento de duas crianças em Bacabal, no Maranhão. Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4, sumiram no dia 4 de janeiro, acompanhados do primo Anderson Kauã. Anderson foi encontrado três dias depois; as buscas pelas outras duas crianças seguem sem confirmação de localização.
A mãe das crianças, Clarice Cardoso, declarou publicamente que os filhos não foram encontrados. Ela disse ter recebido diversas mensagens nas redes sociais afirmando o contrário, e assegurou que, se tivessem sido localizados, seria a primeira a saber.
Clarice descreveu a linha de investigação, afirmando que não há pistas até o momento. Segundo ela, ao contatar a delegacia, recebe a orientação de que investigam, mas não podem informar novidades. A mãe alegou frustração com a falta de respostas oficiais.
Na avaliação de Clarice, pode ter ocorrido o rapto, pois não houve sinal de que as crianças se perderam na mata. Ela disse que os filhos costumavam brincar em segurança na região onde vivem e que, nesse cenário, não teriam desaparecido sem deixar indícios.
As investigações estão sob a responsabilidade da polícia civil, e as buscas na região foram interrompidas, com o foco atual na apuração de informações oficiais. A família afirma contar apenas com o marido, padrasto das crianças, como apoio ativo nas ações de busca.
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