- Explosão de gás durante obra da Sabesp no condomínio Morada do Parque, no Jaguaré, em São Paulo, deixou uma pessoa morta e outras três feridas na tarde de segunda-feira (11).
- Moradores retornaram nesta terça-feira (12) para avaliar os danos; os corredores e espaços de convivência estão tomados por estilhaços de vidro e telhas.
- Pelo menos cento e vinte e oito apartamentos dos blocos A e B foram afetados, com janelas destruídas e estilhaços ainda caindo em várias residências; blocos C, D e E ainda precisam ser vistoriados.
- Helena de Sousa, analista de logística de 51 anos, disse ter sido jogada ao chão pela explosão e ficado atordoada; sua neta também relatou o barulho intenso e cenas de desespero.
- A Sabesp informou que presta apoio às vítimas e que as causas estão sendo apuradas pelas empresas envolvidas e pelas autoridades competentes.
O condomínio Morada do Parque, no Jaguaré, zona oeste de São Paulo, ficou tomado por estilhaços de vidro e telhas após uma explosão de gás durante obra da Sabesp. O acidente ocorreu na tarde de segunda-feira e deixou uma pessoa morta e outras três feridas. Moradores retornaram nesta terça para avaliar prejuízos.
A analista de logística Helena de Sousa, 51 anos, estava trabalhando em casa quando a explosão aconteceu. Ela relata ter sido lançada ao chão e ficado atordoada, com ferimentos no joelho e nas mãos. Os estilhaços chegaram perto do seu espaço de trabalho, onde havia um notebook.
O cheiro de gás se manteve detectável por volta das 15h. A moradora ligou para a portaria pedindo acionamento da concessionária, recebendo a informação de que equipes já estavam a caminho. Helena reside no quinto andar do bloco A.
Os moradores que permaneceram no condomínio relataram entrada de estilhaços em vários blocos. Ao menos 128 apartamentos em blocos A e B foram afetados, com danos que variam de vidros estilhaçados a prejuízos estruturais. Vistorias nos blocos C, D e E ainda não foram concluídas.
Desdobramentos e resposta oficial
A Sabesp informou solidariedade às vítimas e explicou que a obra de remanejamento de tubulação de água era previamente alinhada com responsável pela rede de gás. A empresa disse que as causas estão sendo apuradas pelas partes envolvidas e autoridades competentes, e que oferecerá apoio às vítimas e aos impactos na comunidade.
Moradores desejam ressarcimento pelos prejuízos, que incluem danos em apartamentos e itens do interior. Ainda não há data definida para a conclusão das vistorias completas e identificação de responsabilidades. O condomínio segue em processo de avaliação dos estragos e dos danos eventuais em áreas comuns.
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