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Único menino encontrado em Bacabal revela quem levou as crianças

Anderson Kauã descreve à mãe quem teria levado as duas crianças, enquanto as buscas seguem sem pistas até agora

O único menino que foi achado em Bacabal falou
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  • Anderson Kauã, de oito anos, que foi encontrado com vida, descreveu para a mãe quem teria levado as duas outras crianças desaparecidas.
  • As crianças sumiram no dia quatro de janeiro em Bacabal, no Maranhão: Allan Michael, quatro anos, e Ágatha Isabelly, seis anos; apenas Anderson foi localizado.
  • A mãe, Clarice Cardoso, informou que o menino disse ter visto um homem levar as duas crianças; a fala foi transmitida à polícia, sem retorno até o momento.
  • Anderson Kauã tem Transtorno do Espectro Autista e, segundo a mãe, tem medo de falar mais sobre o que viu; a equipe de saúde acompanha o garoto.
  • As buscas mobilizaram mais de mil pessoas entre voluntários e agentes; quatro meses se passaram sem vestígios das duas crianças e sem novidades oficiais sobre o caso.

O menino Anderson Kauã, de oito anos, foi encontrado com vida em Bacabal, no Maranhão, e relatou à mãe quem teria levado as outras crianças do grupo. A revelação foi feita por Clarice Cardoso, tia das crianças desaparecidas.

No dia 4 de janeiro, Anderson Kauã e os primos Allan Michael, de quatro anos, e Ágatha Isabelly, de seis, sumiram na cidade. Conforme o relato, apenas Anderson foi localizado três dias depois. As buscas mobilizaram mais de mil pessoas entre voluntários e agentes de segurança.

Clarice Cardoso afirmou que Anderson descreveu para a mãe um homem que teria removido seus primos. A menina Ágatha Isabelly e Allan Michael continuam desaparecidos. A família diz que a criança também relatou que alguém tirou a roupa dele durante o incidente.

Declaração de Anderson sobre o paradeiro dos primos

A mãe descreveu que Anderson comunicou o perfil do homem para ela, mas não repassou as características ao restante da família. Segundo Clarice, as informações já foram encaminhadas à polícia, porém não houve retorno até o momento.

Ela ressaltou a dificuldade de interrogar o filho, que tem Transtorno do Espectro Autista, e contou que o menino recebe acompanhamento de psicólogas e uma equipe especializada. A família afirma que não houve mais avanços nas investigações.

A polícia civil de Bacabal confirmou a continuidade das investigações, mas não informou novas informações ou pistas. Clarice citou a possibilidade de buscar auxílio particular, sem recursos para custear o serviço.

Além de Ágatha e Allan, Clarice é mãe de um terceiro filho de nove anos, que acompanha com preocupação o paradeiro dos irmãos. Ela relata que o irmão mais velho questiona pela ausência dos dois, o que aumenta a ansiedade da família.

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