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Polícia apreende 200 mil figurinhas da Copa falsificadas no Rio de Janeiro

Operação da DRCPIM apreende 200 mil figurinhas do álbum da Copa 2026 e milhares de camisas falsas da seleção no Rio; material será periciado e inutilizado

Ação da DRCPIM apreendeu milhares de figurinhas e camisas falsificadas
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  • Policiais civis realizaram operação no Rio de Janeiro contra a venda de produtos falsificados, com apreensão de cerca de 200 mil figurinhas do álbum oficial da Copa do Mundo de Futebol de 2026 na quinta-feira, 21.
  • A ação, conduzida pela Delegacia de Repressão aos Crimes contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM), buscava impedir a entrada e distribuição de pirataria no mercado formal.
  • Os itens foram localizados no compartimento de carga de um ônibus em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, com previsão de distribuição à capital e à região metropolitana.
  • As figurinhas e as camisas falsificadas passarão por perícia técnica e devem ser inutilizadas, pois violam direitos de marca e do consumidor.
  • As investigações continuam para identificar os responsáveis pela fabricação e pela distribuição dos produtos pirateados.

Policiais civis realizaram uma operação contra a comercialização de produtos falsificados no Rio de Janeiro e apreenderam cerca de 200 mil figurinhas piratas do álbum oficial da Copa do Mundo de Futebol 2026, na quinta-feira (21). A ação também resultou na apreensão de milhares de camisas falsificadas da seleção brasileira.

A operação foi conduzida pela DRCPIM (Delegacia de Repressão aos Crimes contra a Propriedade Imaterial) com base em informações de inteligência da especializada. O objetivo é impedir a entrada e distribuição de itens piratas no mercado formal do estado.

Segundo a Polícia Civil, o material foi localizado no compartimento de carga de um ônibus no município de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Os produtos seriam distribuídos na capital fluminense e em cidades da região metropolitana.

As peças apreendidas devem passar por perícia técnica. Em seguida, os materiais deverão ser inutilizados, já que violam direitos de marca e também os direitos do consumidor, conforme a investigação.

A DRCPIM informou que as investigações seguem para identificar os responsáveis pela fabricação e pela distribuição dos itens falsificados.

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