- O App SP Mulher Segura acumulou 15.200 acionamentos do botão de pânico desde março de 2024; nas últimas duas semanas foram 350 acionamentos.
- Em emergências, o alerta é enviado à polícia com a localização da vítima; para agressores com tornozeleira eletrônica, o sistema cruza dados por georreferenciamento e avisa o Copom para despachar uma viatura.
- O aplicativo já registrou 2.200 boletins de ocorrência e soma 61.000 usuárias ativas até abril deste ano.
- Nesta sexta-feira, 22, ocorre o mutirão digital “Baixaço” para ampliar a rede de proteção às mulheres, com apoio de influenciadoras para mobilizar milhares de pessoas.
- Em março de 2026, o estado teve 86 feminicídios no primeiro trimestre, alta de 41% ante igual período de 2025; a comandante-geral da polícia afirmou que o enfrentamento à violência será prioridade operacional.
O botão de pânico do App SP Mulher Segura já acionou a polícia 15.200 vezes desde o seu lançamento, em março de 2024. Nas últimas duas semanas, foram 350 acionamentos. A tecnologia ajuda mulheres com medida protetiva, enviando localização da vítima ao acionamento policial.
O sistema cruza dados de georreferenciamento com tornozeleiras de agressores monitorados. Quando há aproximação do agressor, o Copom recebe o aviso e despacha uma viatura ao local. O app registra ainda 2.200 boletins de ocorrência e soma 61.000 usuárias ativas até abril.
Mutirão digital
Nesta sexta-feira, 22, o governo de São Paulo realiza o mutirão digital Baixaço para ampliar a rede de proteção. Influenciadoras e criadoras de conteúdo mobilizam milhares de seguidores simultaneamente.
A gestão destaca que a proteção às mulheres é prioridade e que ações como o Baixaço ajudam a ampliar o conhecimento sobre serviços como o SP Mulher Segura. O aplicativo está disponível gratuitamente nas lojas oficiais Android e iOS.
Novidades no app
Este mês, o SP Mulher Segura ganhou cadastro de contatos de emergência para quem tem medida protetiva. Também passou a ter um mapa integrado com serviços como Delegacias de Defesa da Mulher, batalhões da PM e unidades do IML.
Contexto de violência
Dados da SSP apontam alta de feminicídios em São Paulo: 86 casos no primeiro trimestre de 2026, aumento de 41% em relação ao mesmo período de 2025. A Coronel Glauce Anselmo Cavalli reiterou que o enfrentamento à violência doméstica será prioridade operacional da PM.
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