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PF investiga Cláudio Castro por aportes no Banco Master

PF deflagra oitava fase da compliance zero; buscas no RJ e no DF apuram aporte de 3 bilhões do Rioprevidência ao Banco Master, envolvendo Cláudio Castro

Cláudio Castro é alvo de buscas da PF por aportes no Banco Master
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  • A PF deflagrou a oitava fase da operação Compliance Zero e mostrou que o ex-governador Cláudio Castro é alvo de buscas, em investigação sobre aportes no Banco Master pelo Rioprevidência.
  • Nesta etapa, a PF apura transferências de aproximadamente R$ três bilhões de recursos públicos do Rioprevidência para o conglomerado do banqueiro Daniel Vorcaro.
  • Foram cumpridos dez mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro e no Distrito Federal, autorizados pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal.
  • O advogado Carlo Luchione disse que Castro acompanhava as buscas com serenidade e que a PF mira outras aplicações, de R$ 2,01 bilhões, a partir de julho de dois mil e vinte e quatro, totalizando cerca de R$ três bilhões transferidos do Rioprevidência.
  • O caso é desdobramento da Operação Barco de Papel; há apontamentos de debates na CPI da Alerj sobre investimentos do Rioprevidência no Master, que recebeu quase R$ um bilhão diretamente e quase R$ 1,6 bilhão em fundos administrados pela instituição.

A Polícia Federal realizou nesta terça-feira (26) a oitava fase da Operação Compliance Zero, que investiga crimes financeiros envolvendo o Banco Master. O alvo é o ex-governador Cláudio Castro, suspeito em relação a aportes do Rioprevidência no conglomerado do banqueiro Daniel Vorcaro.

Nesta etapa, a PF apura aportes de R$ 3 bilhões de recursos públicos do Rioprevidência para o grupo ligado a Vorcaro. Os recursos teriam saído do Rioprevidência, fundo que gere os benefícios de 235 mil aposentados e pensionistas do estado.

A ação cumpriu 10 mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro e no Distrito Federal, expedidos pelo ministro André Mendonça, do STF. As diligências visam esclarecer as operações financeiras envolvidas.

O advogado Carlo Luchione informou que Castro acompanhava as buscas com serenidade. A PF também mira novas aplicações, estimadas em R$ 2,01 bilhões a partir de julho de 2024, elevando o total para aproximadamente R$ 3 bilhões transferidos.

A investigação é desdobramento da Operação Barco de Papel, deflagrada em janeiro. Em decorrência, Deivis Marcon Antunes, presidente do Rioprevidência na época, foi preso no início de fevereiro.

A CPI da Alerj já discutiu investigações sobre os investimentos do Rioprevidência no Master. A reportagem aponta que o Rioprevidência investiu quase R$ 1 bilhão diretamente no Banco Master e cerca de R$ 1,6 bilhão em fundos administrados pela instituição.

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