- Subtenente André Luiz Cardoso Eccard, de 49 anos, do Grupo de Ações Táticas do Batalhão de Jacarepaguá, morreu com tiro de fuzil na cabeça durante patrulhamento na Rua Virgínia Vidal, Covanca, Tanque, em Jacarepaguá.
- O ataque foi feito por dois homens em uma motocicleta; dois outros policiais da mesma equipe foram atingidos na cabeça e um ferido nas costas.
- Os quatro PMs feridos foram encaminhados ao Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca; Eccard não resistiu aos ferimentos.
- Eccard ingressou na Polícia Militar em 2000.
- Dados de associações de classe indicam pelo menos dezoito agentes de segurança mortos no Rio; apenas neste início de ano, quatro mortes de policiais militares foram registradas.
O subtenente da Polícia Militar André Luiz Cardoso Eccard, do Grupo de Ações Táticas (GAT) do Batalhão de Jacarepaguá, foi morto com um tiro de fuzil na cabeça durante patrulhamento na Rua Virgínia Vidal, na Covanca, Tanque, Jacarepaguá, na zona oeste do Rio. O ataque ocorreu na quinta-feira (28).
Quatro policiais da mesma equipe ficaram feridos. Dois homens em uma motocicleta foram os autores dos disparos. Além da morte, dois PMs foram atingidos na cabeça e outro teve ferimento nas costas. Todos foram socorridos ao Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca.
Eccard tinha 49 anos e ingressou na PM em 2000. A informação sobre o episódio foi confirmada pela corporação. Dados de associações de classe e portais indicam que ao menos 18 agentes de segurança foram assassinados no Rio de Janeiro, sendo quatro policiais militares mortos nas primeiras semanas deste ano.
Investigações e desdobramentos
A Polícia Civil e a PM trabalham para esclarecer a autoria e a motivação do ataque. Não houve confirmação de prisões até o momento, e as circunstâncias do patrulhamento estão sendo apuradas pela investigação competente. O estado tem registrado episódios de violência contra agentes de segurança pública com frequência.
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