Em Alta Copa do Mundo NotíciasPessoasAcontecimentos internacionaisConflitosPolítica

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Escritora quilombola Dona Rosinha morre aos 67 em Itabira

Escritora e ativista quilombola, Dona Rosinha, autora de Memórias do Meu Quilombo, morre aos 67 em Itabira; velório ocorre neste sábado

Dona Rosinha era autora de "Memórias do Meu Quilombo"
0:00
Carregando...
0:00
  • Morre Dona Rosinha, escritora e ativista quilombola de 67 anos, em Itabira, Minas Gerais, na quinta-feira, 4 de junho.
  • Ela era autora de Memórias do Meu Quilombo, obra que retrata a vida e a cultura do povo quilombola.
  • O velório será no sábado, 6 de junho, na cidade onde residia.
  • O legado inclui a preservação da memória e da identidade da comunidade e a defesa dos direitos quilombolas.
  • Autoridades e membros da comunidade lamentaram a perda e destacaram a atuação da escritora.

Dona Rosinha, escritora e ativista quilombola, faleceu na quinta-feira (4/6), aos 67 anos, em Itabira, Minas Gerais. A causa não foi divulgada. O falecimento foi confirmado pela família e pela comunidade local.

Ela ficou conhecida por suas obras que tratam da cultura e da história do povo quilombola, em especial o livro Memórias do Meu Quilombo. A escritora também atuou ativamente na defesa de direitos e no combate a desigualdades.

O velório será realizado neste sábado (6/6), em Itabira, cidade onde morava. Diversas lideranças quilombolas e autoridades lamentaram a perda e ressaltaram sua luta por reconhecimento, memória e justiça social.

Biografia

Dona Rosinha nasceu em uma comunidade quilombola de Minas Gerais e dedicou a vida à preservação de sua cultura. Sua obra autobiográfica retrata infância, lutas e a história da sua comunidade.

Ao longo dos anos, atuou como liderança comunitária e voz atuante na busca por reconhecimento de direitos quilombolas na região, fortalecendo a identidade local e a memória coletiva.

Legado

A comunidade destaca que seu legado permanece vivo nas obras e nas ações por direitos civis. A trajetória de Dona Rosinha inspira jovens a valorizar raízes e a buscar justiça social.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais