- Morreu ontem, aos 93 anos, a artista Lêda Watson, pioneira da gravura brasiliense.
- Ela ajudou a formar toda uma geração de gravadores na cidade e foi referência na área.
- A família informou que a artista sofreu uma queda em casa, fraturou o fêmur, foi internada e teve uma parada cardíaca.
- Formada pela Escola Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro e pela École Nationale des Beaux-Arts da Sorbonne, Lêda elevou a gravura brasiliense a patamar internacional.
- Criou uma escola no próprio ateliê e foi uma das fundadoras do Museu de Arte de Brasília, inaugurado em 1985; era reconhecida como especialista em gravura em metal.
O movimento da gravura brasileira em Brasília ganhou um dos seus nomes mais importantes com a morte de Lêda Watson, aos 93 anos. A artista faleceu ontem, conforme divulgado nas redes sociais. A família informou que ela sofreu uma queda em casa, fraturou o fêmur, foi internada e acabou passando por uma parada cardíaca.
Formada pela Escola Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro e pela École Nationale des Beaux-Arts, em Paris, Lêda consolidou uma tradição abstrata que elevou a gravura da região a reconhecimento internacional. Em Brasília, criou uma escola no próprio ateliê, influenciando grande parte dos gravadores locais.
Watson era especialista em gravura em metal e atuou ativamente na cena artística de Brasília, contribuindo para o desenvolvimento cultural da cidade. Foi uma das fundadoras do Museu de Arte de Brasília (MAB), inaugurado em 1985, instituição que consolidou a presença da gravura na capital.
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