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Toyota prepara picape híbrida no Brasil para enfrentar Toro, Tukan e Maverick

Projeto Stout avança; nova picape híbrida da Toyota, monobloco TNGA-K, chega entre 2027 e 2028 para enfrentar Toro, Rampage e Maverick

Picape híbrida da Toyota
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  • A Toyota está desenvolvendo uma picape intermediária monobloco, posicionada abaixo da Hilux, para enfrentar Toro, Ram Rampage e Ford Maverick, com protótipo já rodando em Sorocaba (SP).
  • O projeto, conhecido nos bastidores como Stout, faz parte do plano de eletrificação da marca no Brasil, previsto para o complexo de Sorocaba, com investimentos de R$ 11 bilhões.
  • A picape deve usar a arquitetura TNGA-K, comum a modelos como Corolla Cross, RAV4 e Camry, favorecendo conforto, dinâmica e eficiência.
  • A motorização ainda não foi confirmada, mas pode combinar motor 2,5 Dynamic Force com propulsores elétricos, chegando a entre 220 e 230 cv, com possibilidade de versão híbrida flex e até híbrida plug-in de até 300 cv.
  • O lançamento está esperado para ocorrer entre 2027 e 2028, com dimensões semelhantes às rivais do segmento e capacidade de carga próxima a uma tonelada.

A Toyota avança no desenvolvimento de uma nova picape intermediária monobloco, com foco no mercado brasileiro. O protótipo, conhecido no entorno como Projeto Stout, foi visto em Sorocaba, SP, rodando próximo à fábrica. A carreta de viabilidade aponta produção prevista no complexo local, integrada ao plano de eletrificação da marca.

O veículo deverá concorrer com Fiat Toro, Ram Rampage e Ford Maverick, ampliando a presença da Toyota no segmento. O projeto integra investimentos da fabricante no Brasil, estimados em 11 bilhões de reais, com a produção prevista para Sorocaba.

O sinal verde para o projeto reforça a estratégia de eletrificação local, com expansão de motores híbridos flex e novas configurações para o mercado sul-americano. O mais provável é que o modelo seja adotado pela arquitetura TNGA-K, compatível com eletrificação e tração elétrica.

Detalhes da arquitetura e motorização

Diferente da Hilux, a nova picape deve usar a plataforma monobloco TNGA-K, favorecendo conforto e dinâmica. A escolha aponta para maior eficiência energética em comparação com chassis tradicionais. Especulações apontam para várias opções de motorização.

Entre as possibilidades, o conjunto híbrido pode combinar o motor 2.5 Dynamic Force com propultores elétricos, similar ao que equipa o RAV4 Hybrid. Em certas configurações, a potência pode ficar entre 220 cv e 230 cv.

Outra hipótese é a nacionalização de uma versão híbrida flex voltada ao mercado da América do Sul. A Toyota já utiliza híbridos flex em Corolla e Corolla Cross no Brasil, com foco em ampliar a eletrificação local. Também não é descartada uma variante híbrida plug-in de maior desempenho, acima de 300 cv.

As dimensões estimadas situam o veículo no interior do segmento, com comprimento entre 4,75 e 4,90 metros e distância entre eixos próxima de 2,80 metros. A capacidade de carga deve ficar perto de uma tonelada, alinhando-se aos concorrentes diretos.

O projeto é visto como estratégico para a operação brasileira. A produção em Sorocaba, associada à expansão de motores híbridos, reforça a estratégia de posição da Toyota no mercado nacional. A chegada ao varejo é prevista para 2027 ou 2028.

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