- A Reuters aponta que redes sociais já superam a TV como fonte semanal de notícias no Brasil: 53% recorrem ao digital vs 44% à televisão.
- Em 2013, 75% buscavam notícias pela TV e, hoje, 53% pela online; 47% preferiam online há treze anos, hoje são 53%.
- Entre os formatos digitais, Instagram lidera (49%), seguido por WhatsApp (46%), YouTube (42%), Facebook (30%), TikTok (21%) e Telegram (8%).
- No ranking de alcance semanal por veículo, a Globo lidera entre as emissoras com 41%, seguida pela Record (28%), SBT (21%) e Band (16%), empatada com a GloboNews (16%).
- A RedeTV! não aparece no ranking; a reportagem destaca que a televisão ainda é referência de credibilidade, mesmo com o crescimento do consumo online.
A agência Reuters, por meio do Institute of the Study of Journalism, mostrou mudanças no consumo de notícias no Brasil. O estudo aponta que as redes sociais são hoje a principal fonte semanal de informação, superando a televisão.
Entre os brasileiros que buscam informações online, 53% se informam pela internet, enquanto 44% ainda recorrem à TV. Em 2013, esses números eram 75% e 47%, respectivamente, evidenciando uma queda histórica da TV como porta de entrada.
Contexto de consumo e plataformas
No conjunto de plataformas digitais, 49% preferem o Instagram, 46% o WhatsApp, 42% o YouTube, 30% o Facebook, 21% o TikTok e 8% o Telegram. A pesquisa considera apenas consumo online, não apenas leitura de notícias.
Alcance da televisão e credibilidade
Mesmo com a queda, a televisão continua com forte alcance. Entre os veículos de imprensa, a Globo lidera com 41% de alcance semanal, seguida pela Record (28%) e pelo SBT (21%). Band e GloboNews aparecem com 16%.
Outros veículos e leitura de dados
A CNN Brasil fica em 7º lugar com 15% e a BandNews TV registra 14%. Jovem Pan News culmina em 12º lugar (9%), enquanto TV Brasil atinge 8%. A RedeTV! não aparece no ranking divulgado.
Implicações para o cenário informativo
O relatório indica que o papel da TV na formação do debate público não desaparece, mas está menos dominante. Plataformas digitais e mensagens instantâneas ampliam narrativas, com impacto sobre credibilidade e qualidade da informação.
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