- Paola Stephany Neto Cirino, de 30 anos, diarista, está em audiência de custódia nesta sexta-feira (3/7) em Belo Horizonte para analisar a prisão e possível manutenção de medidas cautelares.
- Ela foi presa na madrugada de quinta-feira (2/7) em um hotel de Itabira, após rastreamento e monitoramento da Polícia Civil de Minas Gerais.
- Em depoimento, a suspeita disse ter sofrido um surto psicótico, ouvido vozes mandando matar uma das vítimas e afirmou ter dopado o casal com medicamentos de uso próprio.
- A defesa mostra que ela tem histórico de transtornos mentais e uso de medicamentos prescritos; familiares alegam que ela utilizava clonazepam sem prescrição.
- A investigação apura possível participação de outras pessoas; a diarista deixou o prédio com sacolas e uma bolsa identificada pela família, e circulou entre Belo Horizonte e Itabira após o crime. A hipótese de latrocínio está sendo considerada, dependendo das provas.
A diarista Paola Stephany Neto Cirino, de 30 anos, está sob suspeita de envolvimento na morte de um casal em Belo Horizonte. O crime ocorreu na última terça-feira, no bairro São Pedro. A prisão ocorreu na quinta (2/7) e ela passa por audiência de custódia nesta sexta (3/7), em BH. A polícia investiga a hipótese de latrocínio.
Durante a sessão, o juiz decidirá se Paola permanece presa, responde em liberdade ou recebe outras medidas cautelares. A audiência está marcada para as 13h30, na capital mineira. A defesa afirma que a suspeita tem histórico de transtornos mentais.
Paola foi localizada e presa na madrugada de quinta, em um hotel de Itabira, na região central de Minas Gerais. O rastreamento e monitoramento conduzidos pela Polícia Civil levaram à detenção, três dias após o crime.
Em depoimento, a diarista alegou ter tido um surto psicótico e ouvido vozes que ordenavam matar uma das vítimas. Ela afirmou ainda ter dopado o casal com medicamentos de uso próprio.
A defesa aponta histórico de internações psiquiátricas e uso contínuo de medicamentos prescritos. Familiares, porém, afirmam que ela utilizava clonazepam sem prescrição. A polícia não confirmou esse relato.
A investigação apura a participação de outras pessoas no crime. A suspeita deixou o prédio com sacolas e uma bolsa reconhecida pela família como pertencente à empresária. Ela circulou entre Belo Horizonte e Itabira após o crime.
Segundo a polícia, houve movimentação de dinheiro e objetos levados do apartamento. As autoridades analisam imagens de circuito interno que mostram a diarista entrando no prédio na segunda-feira (29) e saindo depois de cerca de oito horas.
Cláudio Atala Inácio, de 75 anos, e Maria Clotilde Moreira Maciel Atala Inácio, de 76, foram encontrados mortos no apartamento onde moravam, no centro-sul da cidade. O filho chamou a polícia ao notar a ausência dos pais.
A corporação informou que não havia sinais de arrombamento no local. O caso ainda é tratado como possível latrocínio, mas a tipificação dependerá das provas reunidas durante as investigações.
Entre na conversa da comunidade