Valdemar Costa Neto, líder do PL, está atento à atuação do coronel Ricardo Mello Araújo como vice-prefeito de São Paulo, especialmente com a possibilidade de Ricardo Nunes (MDB) deixar o cargo para concorrer ao governo em 2026. A escolha de Araújo para a chapa foi feita por Jair Bolsonaro, presidente de honra do PL.
Araújo, que é novo na política, tem gerado embaraços na gestão de Nunes. Recentemente, ele exonerou servidores e acelerou obras no Minhocão sem a autorização do prefeito, que estava em viagem à China e Japão. A situação se complica ainda mais com a responsabilidade de Araújo pela dispersão da cracolândia, o que tem causado desconforto entre Nunes e outros secretários.
Em um evento de filiação de Guilherme Derrite ao PP, Valdemar foi questionado sobre a atuação do vice e respondeu que “esse homem é puro”, antes de se apressar para o palco. No mesmo dia, o Painel revelou que Araújo causou mal-estar ao levar um representante de uma empresa desclassificada em uma concorrência municipal ao gabinete do secretário Fabrício Cobra (Subprefeituras), solicitando uma reavaliação da decisão.
Esses episódios levantam questões sobre a eficácia da gestão de Nunes e o papel de Araújo como vice-prefeito, especialmente em um momento em que a política paulista se prepara para novas disputas eleitorais.
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