O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) ouvirá nesta semana representantes da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) sobre propostas para implementar o programa Justiça Carbono Zero. Instituída em agosto de 2024, a norma exige que tribunais e conselhos do Judiciário meçam, reduzam e compensem suas emissões de carbono até 2030.
A norma prevê inventários anuais, metas progressivas de redução e ações de compensação ambiental. A participação da ABNT é considerada crucial devido à sua experiência em programas de certificação ambiental e verificação de emissões, aplicados em empresas e instituições públicas.
A articulação ocorre às vésperas da COP 30, que será realizada no Brasil, e busca inserir o Judiciário na agenda climática nacional. O CNJ espera que o tema ganhe destaque nas próximas semanas, com novas discussões sobre critérios técnicos que orientarão os tribunais na implementação do programa.
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