A reunião da Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado, realizada nesta quarta-feira, foi marcada por intensas discussões sobre o Projeto de Lei 2.158/2023. O projeto, que visa permitir a venda de medicamentos sem receita em supermercados, gerou debates acalorados entre os senadores. A proposta busca facilitar o acesso a medicamentos para a população mais vulnerável.
Durante a audiência pública anterior, o senador Humberto Costa (PT-PE) se manifestou contra a aprovação do projeto, destacando preocupações com a saúde pública. Sua posição isolada contrastou com a movimentação de outros senadores, que demonstraram disposição para avançar nas discussões. A ausência do senador Efraim Filho (União Brasil-PB), autor do projeto, na audiência causou constrangimento entre representantes do setor supermercadista.
A resistência de Humberto Costa à proposta provocou reações entre os presentes, incluindo o presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), João Galassi. Ele havia expressado otimismo nas redes sociais antes da audiência, mas saiu visivelmente desapontado com o desenrolar dos debates. A situação evidencia a divisão de opiniões sobre a proposta, que promete impactar o setor de medicamentos e a saúde pública no Brasil.
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