A Procuradoria-Geral da República (PGR) solicitou a manutenção da prisão preventiva do general Walter Braga Netto, detido desde dezembro de 2024. Ele é investigado por suposta obstrução de investigações relacionadas a um plano golpista que envolve o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Braga Netto é acusado de tentar obter informações sigilosas sobre a delação do tenente-coronel Mauro Cid, com o intuito de repassá-las a outros investigados. Além disso, ele teria alinhado versões com aliados para dificultar a apuração dos fatos. A denúncia contra o general foi aceita por unanimidade pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) no final de março.
Desde a aceitação da denúncia, Braga Netto se tornou réu no processo. A PGR considera que sua prisão é essencial para garantir a integridade das investigações e evitar a interferência em outros depoimentos. A situação do general continua a ser acompanhada de perto pelas autoridades, que buscam esclarecer todos os detalhes do caso.
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