Horas após a divulgação do relatório “O Estado da Segurança Alimentar e Nutricional no Mundo 2025” pela ONU, o Brasil foi oficialmente retirado do Mapa da Fome. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva celebrou a notícia, que indica que menos de 2,5% da população está em risco de subnutrição. A informação foi revelada durante a 2ª Cúpula de Sistemas Alimentares da ONU, realizada em Adis Abeba, na Etiópia.
Lula expressou sua felicidade nas redes sociais, afirmando que “hoje sou o homem mais feliz do mundo”. Ele ressaltou a importância de incluir os pobres no orçamento para erradicar a fome e a pobreza. O presidente também destacou que a desigualdade é resultado de “muito dinheiro na mão de poucos” e que a solução passa pela distribuição de riqueza.
O Brasil havia retornado ao Mapa da Fome entre 2019 e 2021, após ter saído dessa lista em 2014. O governo atribui a nova conquista a políticas públicas, como o Bolsa Família e a merenda escolar. O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, anunciou que uma busca ativa será realizada para atender aqueles que ainda enfrentam a fome.
Políticas Públicas e Avanços
A saída do Mapa da Fome é um avanço, mas o governo reconhece que ainda há desafios a serem enfrentados. A Ação da Cidadania, criada por Herbert de Souza, o Betinho, em 1993, continua a mobilizar esforços para proteger os mais vulneráveis. Lula prometeu que, até 2026, o Brasil deverá alcançar resultados ainda melhores em segurança alimentar.
O presidente reafirmou seu compromisso em ser um “soldado mundial no combate à pobreza e à fome”. Ele enfatizou que a inclusão dos pobres nas políticas orçamentárias é fundamental para resolver esse problema crônico da humanidade.
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