Jair Bolsonaro, atualmente em prisão domiciliar por ordem do ministro do STF, Alexandre de Moraes, manifestou descontentamento com algumas visitas recebidas. O ex-presidente reclamou que deputados sem vínculos significativos conseguiram autorização para visitá-lo, o que o levou a decidir que todas as visitas devem ser aprovadas por ele antes de serem submetidas a Moraes.
Recentemente, Bolsonaro recebeu o empresário Renato Araújo, que criticou a prisão do ex-presidente, chamando-a de “perseguição injusta”. Durante o encontro, os dois amigos discutiram pouco sobre política, mas Bolsonaro expressou sua insatisfação com as restrições impostas pela sua situação atual. Além de Araújo, o ex-presidente também se reuniu com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, na semana passada.
Novas Estratégias de Visitas
A nova estratégia de Bolsonaro visa garantir que apenas pessoas com quem ele tem laços de amizade ou que sejam influentes politicamente possam visitá-lo. O ex-presidente pretende ter mais controle sobre quem entra em sua residência, buscando evitar encontros com figuras que não fazem parte de seu círculo próximo.
Na próxima semana, Bolsonaro deve receber o deputado federal Zucco (PL-RS), líder da oposição. Essa mudança na dinâmica das visitas reflete a tentativa do ex-presidente de manter uma rede de apoio e comunicação, mesmo sob as limitações da prisão domiciliar.
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