O ex-presidente Jair Bolsonaro permanece preso na sede da Polícia Federal em Brasília desde 22 de novembro, após decisão do STF. A PF sustenta que ele planejava fugir ao queimar a tornozeleira eletrônica, parte de um possível esquema de fuga.
Além disso, a investigação aponta proximidade de embaixadas, a convocação de manifestação no entorno da residência em prisão domiciliar e a intenção de provocar tumulto para facilitar a fuga sem ser notado.
Nova pesquisa Datafolha, realizada de 2 a 4 de dezembro com 2.002 pessoas, aponta 54% dos entrevistados que houve tentativa de fuga pela queima da tornozeleira; 33% atribuem ao surto por remédios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais.
Contexto da prisão e desdobramentos
A PF listou as etapas que, segundo os agentes, corroboraram o plano de fuga, incluindo o local de residência e o alcance de ações de vandalismo que pudessem facilitar a saída. O STF manteve a prisão preventiva, convertida em detenção na PF de Brasília.
Para 54% dos entrevistados, a prisão de Bolsonaro foi considerada justa; 34% defendem a pena em casa. Os números refletem a percepção pública diante das investigações em andamento. As informações são provenientes de levantamento do Datafolha.
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