O funcionário do Conselho Municipal de Nova York foi detido na segunda-feira por agentes federais de imigração durante um compromisso rotineiro. A detenção ocorreu em Manhattan e gerou reação imediata de líderes da cidade, que questionaram a atuação do governo federal.
De acordo com o presidente do Conselho, Julie Menin, o funcionário tinha autorização para permanecer nos EUA até outubro de 2026 e estava legalmente empregado. O conselho informou que busca a libertação dele e descreveu a detenção como um abuso de poder.
O prefeito Zohran Mamdani também reagiu, solicitando a libertação imediata e classificando a ação como ataque à democracia e aos valores da cidade. A assessoria destacou que o funcionário foi encaminhado a um centro de detenção, sem informações prévias fornecidas sobre a justificativa.
Contexto nacional
O episódio dialoga com um padrão de ações da ICE envolvendo detenções durante compromissos de imigração nos últimos meses, segundo reportagens. Observadores apontam que dezenas de operações foram coordenadas pelo governo federal em vários estados, alimentando debates sobre aplicação de leis e fiscalização.
Deputados locais e representantes do Estado defenderam direitos dos imigrantes. O congressista democrata Dan Goldman ressaltou que o funcionário é imigrante com autorização de trabalho, sem indicativos de qualquer motivo além do status imigratório para a prisão.
Canalizando a pressão, autoridades estaduais registraram medidas legais para frear a escalada de operações da ICE, com ações previstas para este ano. Organizações de defesa dos imigrantes destacam riscos aos processos legais e à confiança no sistema público.
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