O Departamento de Justiça dos EUA informou que investiga protestos em Minnesota que interromperam serviços religiosos. A investigação foca em ações contra a liberdade de culto e direitos civis durante Intervenção da ICE em Minneapolis.
Kristi Noem inicialmente negou o uso de spray de pimenta por agentes federais. Após a exibição de vídeos, ela disse que o uso ocorreu apenas quando houve violência para manter a ordem pública, contestando a narrativa anterior. O episódio ocorre em meio a tensões com o envio de agentes federais à cidade.
A gestão da segurança interna lidera a operação de imigração no local, conhecida como “Operation Metro Surge”. A autoridade afirma que o objetivo é manter a segurança durante operações de imigração, e não reprimir protestos pacíficos.
Investigação judicial e ações ao redor da igreja
Uma juíza federal ordenou que o uso de spray químico contra manifestantes pacíficos fosse interrompido, citando o direito de reunião e de protesto sob a Primeira Emenda. A juíza Kate Menendez apontou o uso de irritantes químicos para punir quem exercia esse direito.
O DOJ informou ainda que investiga um grupo de manifestantes que interrompeu serviços em uma igreja em St Paul, onde um funcionário da ICE atua como pastor. Vídeos de transmissão ao vivo mostram pessoas chamando pela retirada da ICE e solicitando justiça para uma vítima acalmadamente associada à instituição.
Repercussões e ambiente local
O confronto entre autoridades e manifestantes alimenta críticas sobre a atuação da ICE, com o prefeito de Minneapolis descrevendo a resposta das autoridades como desproporcional. Também há relatos de deslocamentos e medidas de cautela em serviços comunitários e atividades esportivas de jovens.
Autoridades locais relataram incidentes com direito de acesso a advogados para alguns detidos durante operações da ICE. Segundo fontes, advogados teriam sido impedidos de visitar clientes no edifício federal, o que gerou protestos entre profissionais do direito.
Contexto político e social
A tensão envolve a presença de mais de 1,5 mil militares em atuação, mobilizados para possível apoio à região. Líderes locais destacam que a resposta federal tem impactos políticos e sociais e que a cidade busca equilibrar segurança pública com direitos civis.
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