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Juiz permite que governo Trump barre acesso de congressistas à ICE

Decisão temporária permite ao DHS manter parlamentares afastados de instalações da ICE, exigindo aviso de uma semana para inspeções, enquanto ações em Minnesota avançam

Representative Dan Goldman walks past federal immigration officers waiting for respondents to depart from their hearings to conduct targeted detainments at immigration court in New York on 23 October 2025.
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O DHS pode, novamente, exigir que deputados observem um aviso prévio de uma semana para inspecionar instalações de imigração, conforme decisão de um juiz federal em Washington DC. A medida, porém, não impede ações administrativas já em andamento nos Tribunais. O fallo preserva a exigência mesmo após ter bloqueado uma política idêntica no mês anterior.

Separadamente, o Department of Justice solicitou a um juiz de Minneapolis a continuidade das ações de imigração no estado, em resposta a uma ação movida pelo governo local para encerrar o que chamou de invasão federal. A Justiça também recorreu de uma ordem que restringia táticas de ICE em protestos.

O DOJ indicou que apela a decisão que limitou táticas agressivas contra manifestantes, incluindo uso de spray de pimenta e detenções, conforme divulgado por veículos de imprensa. A juíza Joe Biden nomeou o caso em análise, com possível nova audiência antes de uma decisão final.

Contexto e partes envolvidas

DHS e ICE defendem as ações como aparato de cumprimento da lei federal, enquanto legisladores e autoridades locais contestam a atuação como ultrajante. Democratic Minnesota congress members afirmaram que a fiscalização é essencial para o escrutínio em tempo real das instalações.

No estado, o procurador-geral de Minnesota e as cidades de Minneapolis e St Paul acionaram a Justiça para encerrar as operações federais. Discrepâncias sobre o uso de força e limites legais motivaram as ações judiciais, segundo registros públicos.

A defesa sustenta que a intervenção federal permanece sob a lei e evita interferência de assuntos locais. A administração argumenta que mudanças no financiamento não invalidam a política de supervisão, apontando fontes distintas de verba.

A Justiça informou que pode abrir novas instruções se houver violação de procedimentos ou de prerrogativas congressionais. O caso segue em tramitação, com decisões futuras pendentes de avaliação adicional.

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