O presidente do STF, Edson Fachin, vai disponibilizar ao menos quatro servidores adicionais para atuarem no caso do Banco Master no gabinete do ministro André Mendonça. A ação visa ampliar a atuação técnica no acompanhamento do processo.
Em conversa reservada realizada nesta segunda-feira, 9, Fachin mostrou disponibilidade para contribuir com Mendonça, que assumiu a relatoria do caso após Dias Toffoli se retirar sob pressão de colegas. O encontro ocorreu entre ministros para tratar do status do processo e de necessidades administrativas.
Além do tema envolvendo o Master, os ministros discutiram questões ligadas ao Código de Ética e à construção de consensos internos. A avaliação interna é de que novos desdobramentos devem surgir com investigações da Polícia Federal, que pode solicitar prorrogação para conclusão do inquérito devido ao volume de informações.
Desdobramentos e responsabilidades
Caso surjam nomes de ministros nas apurações, aliados de Mendonça ponderam sobre como tratar as menções no STF, diante do caráter inédito das circunstâncias. Se houver necessidade, o relator não se abstém de se posicionar para acompanhar as investigações.
A expectativa é de que as investigações avancem com a PF, ampliando o conjunto de dados analisados pela Corte. Autoridades ligadas ao caso indicam que o desfecho dependerá das apurações em curso e do ritmo das diligências.
Entre na conversa da comunidade