O governo britânico afirmou que não tolerará lucros excessivos de empresas de energia diante da escalada dos preços do petróleo causada pelo conflito no Oriente Médio. O regulador de concorrência está pronto para atuar para evitar abusos no preço da gasolina, segundo o ministro da Energia, Ed Miliband.
A alta do petróleo intensifica preocupações sobre o custo de vida, especialmente para lares que dependem de óleo de aquecimento. Os preços na bomba também subiram. Miliband sinalizou possibilidade de apoio direto ou extensão da suspensão de impostos sobre combustíveis se o conflito se prolongar.
Ações do regulador e próximos passos
O secretário de Transporte, Richard Holden, criticou a imprensa e sugeriu que o governo precisa agir para conter o custo de vida. Miliband afirmou que o caminho de energia segura passa pela atual estratégia de produção de petróleo e gás existentes, sem novas licenças de exploração.
O governo sustenta que novas licenças de exploração no Mar do Norte não reduzirão as tarifas aos consumidores. Ao mesmo tempo, a Straits of Hormuz permanece sob embargo tácito, elevando o desafio imediato de abastecimento.
Energia nuclear e curto prazo
Na sexta-feira, Miliband anunciará um processo acelerado para construção de novas usinas nucleares, visando ampliar a geração de energia sem depender de combustíveis fósseis. Medidas de curto prazo devem atender ao aumento recente de preços de combustíveis.
Reeves e Miliband planejam reunião com varejistas de combustível para discutir o papel da CMA. A autoridade está em alerta máximo para reajustes injustos, com poderes de multas para as empresas.
Perspectiva econômica e impactos
O governo avalia, ainda, que a variação de preços entre postos pode pressionar consumidores, sobretudo em regiões com custo de vida elevado. O anúncio de ações coincide com avaliações sobre a evolução do conflito e seu desdobramento econômico.
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