O primeiro pronunciamento de imprensa desde o início do conflito teve como foco a defesa da operação conjunta com os EUA contra o Irã. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, fez um discurso em Jerusalém na quinta-feira, transmitido por videoconferência.
A fala ocorreu após quase duas semanas de ataques aéreos entre Israel e EUA contra alvos no Irã. Netanyahu afirmou que o Irã sofreu impactos relevantes, especialmente sobre as Forças Guardas Revolucionárias e a milícia Basij, fortalecendo o tom da ofensiva.
Na entrevista, o premiê também comentou o papel do grupo libanês Hizballá, que respondeu aos ataques de Teerã ao abrir fogo no início de março. Netanyahu não confirmou planos específicos contra o novo líder iraniano ou o líder do Hizballá, mantendo sigilo estratégico.
Ele enfatizou que o Irã e o Hizballá não representam mais as mesmas ameaças de antes, segundo sua avaliação. O premiê declarou ainda que mantém contato diário e aberto com o presidente dos EUA, Donald Trump, para alinhar ações militares.
As declarações ocorreram em meio a promessas de continuidade da ofensiva com apoio americano, sob o argumento de buscar dissuasão e resposta a ataques com origem no Irã. O objetivo declarado é detalhado apenas de forma estratégica, sem anunciar passos imediatos.
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