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Aagesen libera 11,5 milhões de barris de petróleo das reservas espanholas

Ministra Sara Aagesen anuncia liberação de até 11,5 milhões de barris das reservas de petróleo em até noventa dias para mitigar a escassez causada pelo fechamento do estreito de Ormuz

Los ministros de Interior, Fernando Grande Marlaska; de Inclusión, Seguridad Social y Migraciones y portavoz del Gobierno, Elma Saiz; la vicepresidenta tercera y ministra para la Transición Ecológica y el Reto Demográfico, Sara Aagesen y el de Economía, Carlos Cuerpo, durante la rueda de prensa posterior a la reunión del Consejo de Ministros, este martes en el Palacio de la Moncloa.
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A ministra para a Transição Ecológica, Sara Aagesen, anunciou a liberação de até 11,5 milhões de barris de petróleo das reservas espanholas por 90 dias. A medida visa enfrentar a escassez de suprimentos provocada pelo fechamento parcial do estreito de Ormuz. A liberação ocorrerá em fases, com a primeira etapa prevista para começar em 15 dias.

A iniciativa está alinhada aos planos do Organismo Internacional de Energia, que prevê liberar até 400 milhões de barris. A ministra ressaltou que a exposição direta da Espanha a gas e petróleo é limitada, mas há impacto e volatilidade nos preços. A medida busca reduzir pressões tarifárias e manter o abastecimento estável.

Liberação de reservas

A liberação ocorrerá em fases ao longo de três meses, com monitoramento contínuo do mercado. O objetivo é conter oscilações de preços e assegurar suprimentos em meio ao cenário geopolítico. O governo afirma que a estratégia não compromete reservas estratégicas futuras e que continuará avaliando o mercado.

Reações políticas

Apoio e críticas chegaram de distintos setores. Partidos de oposição argumentam que a medida reforça a segurança energética, enquanto representantes de alianças de esquerda pedem avaliação de impactos econômicos e de políticas de longo prazo. Parlamentares apontam que o pacote de resposta pode influenciar desabamentos ou repasses de custos aos consumidores.

Ainda segundo a cobertura, o presidente Pedro Sánchez deve falar publicamente após a reunião extraordinária do Conselho de Ministros, para apresentar um plano integral de resposta às consequências da guerra. O pronunciamento está previsto para sexta-feira, conforme anúncio oficial da ministra.

Contexto político

Diversos cargos do governo e aliados comentaram sobre o papel histórico da Espanha em relação a conflitos coloniais, enfatizando a necessidade de diálogo e memória histórica. A oposição ressalta que as declarações não devem ser interpretadas como medidas de responsabilização, mantendo o foco em reformas econômicas e sociais.

Panorama institucional

O Conselho de Ministros extraordinário acontece no Palácio da Moncloa, com participação de ministros de Interior, Saiz, Aagesen e Cuerpo. A pauta inclui medidas de proteção energética e políticas habitacionais, com atenção às consequências da guerra e a necessidade de atuação coordenada entre os poderes.

Fonte: El País.

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