O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou nesta quarta-feira 18 que a PF vai investigar o Caso Master “até o fim” durante um evento da Federação Brasileira dos Bancos, em São Paulo. A declaração reforça que a corporação não se deixará intimidar.
Rodrigues afirmou que a PF não será vítima de ataques e que continuará o trabalho, mesmo diante de vazamentos envolvendo conversas entre o ex-CEO do Master, Daniel Vorcaro, e a ex-namorada Martha Graeff. Segundo ele, o foco é a análise de uma possível fraude no sistema financeiro.
O Ministério Público e a própria PF destacaram a existência de vazamentos que desviariam a atenção do objetivo principal da apuração, enfatizando a necessidade de apurar gastos, relações e operações suspeitas no período investigado.
Nesta quarta-feira 18, a PF solicitou ao ministro do STF André Mendonça, relator da investigação, a prorrogação dos trabalhos por 60 dias. O pedido foi acolhido, ampliando o prazo atual de apuração que tramita na Corte desde novembro do ano passado.
A investigação envolve apurações sobre operações financeiras associadas ao Banco Master e possíveis irregularidades que teriam impactos significativos no mercado. A Polícia Federal continua coligando documentos, comunicações e registros relevantes.
Autoridades lembram que o caso envolve denúncias e informações sensíveis, ressaltando a necessidade de manter o rigor técnico e a imparcialidade no andamento das diligências. A PF não informou novos detalhes sobre diligências em andamento.
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