Guilherme Boulos, ministro da Secretaria Geral da Presidência, negou que deixará o PSOL para se filiar ao PT. Em nota, o ministro afirmou que há crescimento de atitudes políticas de baixa estratégia por parte de parte do PSOL ao divulgar uma carta considerada apócrifa.
A carta, segundo a coluna de Lauro Jardim no O Globo e divulgada pela corrente Revolução Solidária, sustenta uma trajetória de entrada no PT para entrar no radar de Lula e chegar ao comando político do país. O documento foi apresentado como se fosse de integrantes do movimento, o que gerou repercussão interna.
Boulos atua no governo desde o final de 2025, quando Lula o convocou para ocupar a pasta da Secretaria Geral da Presidência, substituindo Márcio Macêdo. O ministro afirma que a Revolução Solidária discute seus rumos políticos de forma interna e evita especulações sobre mudanças de legenda.
Contexto da controvérsia
A Revolução Solidária é uma corrente interna do PSOL ligada ao ministro. A divulgação da carta gerou críticas internas ao PSOL, com pedidos de apuração sobre a autenticidade do documento. O tema ganha visibilidade por envolver alianças políticas no governo federal.
O ministro reiterou que a publicização de conteúdo não confirmado não reflete a posição oficial do PSOL nem do governo. Não houve confirmação de qualquer movimento de filiação ou mudança de partido por parte de Boulos. O tema segue sob avaliação entre as partes.
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