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Após renúncia de Cláudio Castro, TSE avalia próximos passos do caso

TSE retoma julgamento de recursos que podem cassar Cláudio Castro e torná-lo inelegível; governo fica sem substituto, TJRJ assume e convoca eleições indiretas em trinta dias

Com saída de Castro, deputados estaduais escolherão governador-tampão
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O Tribunal Superior Eleitoral volta a analisar nesta terça-feira (24) dois recursos que pedem cassação do mandato e inelegibilidade de Cláudio Castro (PL). Castro renunciou ao cargo de governador do Rio de Janeiro na segunda-feira (23). O placar preliminar aponta dois votos pela condenação.

A corte pode tornar Castro inelegível por até oito anos, por abuso de poder político e econômico e por condutas vedadas na campanha de 2022. Não há linha sucessória no estado, pois o ex-vice-governador Thiago Pampolha deixou o cargo para ocupar o TCE-RJ, e o deputado Rodrigo Bacellar está afastado.

Situação institucional no Rio

Com a renúncia, o presidente do TJRJ, desembargador Ricardo Couto de Castro, assumiu temporariamente como governador. Ele terá 30 dias para organizar eleições indiretas que escolheriam o novo governador-tampão até o fim de 2026, com a escolha pela Assembleia Legislativa do Rio.

Caso Castro tivesse mantido o cargo até o julgamento e fosse cassado pelo TSE, a eleição para o cargo de governador-tampão seria direta, envolvendo os eleitores. Em 2022, o processo envolve investigações sobre uso de recursos e condutas durante a campanha.

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