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Fórum conservador critica uso do Judiciário para fins políticos de Lula e Moraes

Conferência conservadora condena o uso do Judiciário como arma política contra Bolsonaro, criticando Moraes, em debate no CPAC no Texas

O ministro Alexandre de Moraes e o presidente Lula foram citados em resolução da CPAC condenando uso política das instituições (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
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A mesa de abertura da Conferência de Ação Política Conservadora (CPAC), em Texas, aprovou por unanimidade uma resolução condenando o uso do sistema judiciário brasileiro como arma política contra Jair Bolsonaro. A decisão ocorreu durante o fórum, que segue até o sábado (28).

A resolução criticou o que chama de lawfare promovido pelo presidente Lula e pelo ministro do STF Alexandre de Moraes, argumentando que o Judiciário tem silenciado a oposição e limitado a liberdade de expressão. A leitura destacou o impacto dessas ações sobre o debate político no Brasil.

Detalhes da resolução e contexto

Mercedes Schlapp, organizadora do CPAC, afirmou que houve abuso do poder judicial para influenciar eleições e restringir direitos. Segundo a fala, Moraes teria transformado o Judiciário em ferramenta de pressão sobre Bolsonaro e o público brasileiro.

A conferência também abordou a recusa da Justiça brasileira em conceder visita a Bolsonaro a um assessor do Departamento de Estado dos EUA. Darren Beattie, representante do Brasil no órgão, solicitou a visita, que foi negada pelo tribunal, mantendo Bolsonaro detido no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal.

Participação e desdobramentos

Entre os presentes, figuraram o pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro e o ex-deputado Eduardo Bolsonaro. O evento, que reúne figuras da direita mundial, acontece no estado americano do Texas, com agenda de atividades até o fim da semana.

A CPAC mencionou impactos da atuação do Judiciário na política brasileira e discutiu, em tom crítico, possíveis impactos sobre o cenário eleitoral e a liberdade de expressão no país. Não houve pronunciamentos oficiais adicionais de representantes brasileiros no texto apresentado.

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