O presidente do STF, Luiz Edson Fachin, rejeitou nesta sexta-feira (28) um pedido da CPI do Crime Organizado para manter a quebra de sigilo da Maridt Participações S.A., empresa ligada ao ministro Dias Toffoli. A decisão mantém a posição anterior sobre o tema.
Fachin admitiu ter participação societária na Maridt, mas destacou que a gestão fica a cargo de familiares. A empresa realizou negócios com um fundo gerido pela Reag, vinculada ao Banco Master.
A relação entre Maridt e Reag envolve o resort Tayayá, em Ribeirão Claro (PR). A unidade era de titularidade da família Toffoli até fevereiro do ano passado.
Contexto e decisão
Gilmar Mendes anulou o ato que aprovou a quebra de sigilo, o que levou a CPI a apresentar novo recurso para suspender a decisão. Fachin, porém, negou o pedido de suspensão, reiterando a jurisprudência da Corte.
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