Rui Costa, ministro da Casa Civil, afirmou em entrevista à GloboNews que a pré-candidatura de Ronaldo Caiado (PSD) à Presidência mexe pouco nas eleições de 2026. Ele citou a polarização entre Lula e Flávio Bolsonaro como cenário predominante.
Segundo o ministro, o país está dividido entre o atual presidente e o senador, o que reduz o impacto de novas candidaturas na disputa. O foco seria comparar governos anteriores, sob Bolsonaro, em termos de emprego, investimentos e construção de moradias.
Dados de pesquisa
De acordo com levantamento da Paraná Pesquisas divulgado na segunda-feira, Caiado aparece com 3,6% das intenções de voto, atrás de Lula, com 41,3%, e de Flávio Bolsonaro, com 37,8%. O resultado sustenta a leitura de impacto moderado da candidatura.
Anúncio do PSD
O PSD informou a escolha de Caiado como pré-candidato no ato realizado na sede do partido, em São Paulo, na segunda-feira. A definição ocorreu após a desistência de Ratinho Junior, do Paraná, e a não confirmação de Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul, para a disputa.
Propostas proferidas
No anúncio, Caiado afirmou que, se eleito, o primeiro ato seria uma anistia ampla, geral e irrestrita para indivíduos ligados aos atos de 8 de janeiro e para o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado por tentativa de golpe. A leitura do candidato enfatiza a defesa do fim da polarização política.
Desafios da campanha
O pré-candidato sinalizou que o principal desafio não é apenas enfrentar o PT, mas impedir que o partido retorne ao poder. Caiado afirmou que, segundo sua visão, é mais fácil derrotar o PT do que estabilizar o governo para evitar novo ciclo de poder.
Entre na conversa da comunidade