A Polícia Federal deflagrou uma nova fase da Operação Exfil, autorizada pelo STF, para investigar o vazamento de dados fiscais sigilosos de ministros do STF e de familiares. A ação cumpriu um mandado de prisão preventiva e seis de busca e apreensão no Rio de Janeiro e em São Paulo. O objetivo é apurar o acesso ilícito a dados fiscais protegidos por sigilo por meio de sistemas da Receita Federal.
Segundo a PF, a investigação aponta a possibilidade de um esquema de obtenção indevida de declarações fiscais por meio de acessos não autorizados aos sistemas da Receita, com participação de pessoas ligadas ao crime organizado ou a funcionários públicos.
Contexto
A primeira fase ocorreu em 17 de fevereiro, dentro do inquérito das fake news, aberto em 2019 pelo ministro Dias Toffoli, então presidente do STF. Na ocasião, Toffoli designou Alexandre de Moraes como relator da apuração.
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