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Ministros de Lula que deixaram o governo para disputar eleições de 2026

Quase metade dos ministros de Lula deixou o governo após o prazo do TSE, liberando-os para concorrer a cargos como governador, senador e deputado em 2026

Fernando Haddad deixou o governo Lula para ser candidato a governador de São Paulo. (Foto: Diogo Zacarias/Ministério da Fazenda)
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Em meio a movimentos internos para as eleições de 2026, quase metade do primeiro escalão do governo Lula deixou o Ministério. O período de desincompatibilização do TSE encerrou no sábado, liberando os ex-ministros para disputar cargos públicos.

Ao todo, 17 das 38 pastas passaram por mudanças decorrentes de pretensões eleitorais. A ordem é fortalecer disputas estaduais e ampliar presença no Senado, protagonista no pleito em várias federações.

Quem deixou o governo

André Fufuca, senador pelo Maranhão, abre a lista pelo PP. Anielle Franco, deputada federal pelo Rio, é uma das saídas do PT. Camilo Santana, governador do Ceará, também se desincompatibilizou.

Carlos Fávaro, senador pelo Mato Grosso, e Fernando Haddad, governador de São Paulo, integraram o grupo. Geraldo Alckmin, ex-governador, será vice-presidente na chapa de Lula. Gleisi Hoffmann busca o Senado no Paraná.

Jader Filho, deputado federal pelo Pará, entra no grupo de ex-ministros. Macaé Evaristo deixa a Assembleia de Minas Gerais. Márcio França, senador por São Paulo, compõe a lista. Marina Silva, senadora por São Paulo, também aparece.

Paulo Teixeira, deputado federal por São Paulo, e Renan Filho, governador de Alagoas, estão entre os que migraram. Rui Costa, senador pela Bahia, Sônia Guajajara, deputada federal por São Paulo, e Simone Tebet, senadora por São Paulo, também saíram dos cargos.

Nomes com impacto regional

Gleisi Hoffmann terá papel estratégico no Senado do Paraná para conter alinhamentos da direita e sustentar palanque de Lula. Carlos Fávaro tenta manter-se na Câmara Alta pelo Mato Grosso. Haddad volta a disputar cargo executivo no estado de São Paulo.

No eixo paulista, Haddad busca o governo, enquanto Marina Silva e Simone Tebet aparecem como prováveis titulares de vagas no Senado. A chapa presidencial passa por montagem com apoio de diferentes siglas.

Contexto da montagem

Geraldo Alckmin deixa o MDIC para concorrer como vice na chapa de Lula. A mudança visa manter a governabilidade e ampliar alianças para o pleito de 2026. A estratégia envolve candidaturas em estados-chave para fortalecer o time do governo.

Juntos, os movimentos mostram uma estratégia completa para fortalecer a base de apoio a Lula no Congresso e nos governos estaduais, sem alterar o núcleo de decisões da gestão.

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