A Rede Sustentabilidade afirmou nesta terça-feira (7) nas redes sociais que recebeu com indignação e perplexidade a decisão de Marina Silva de permanecer na sigla para disputar uma vaga ao Senado por São Paulo. A nota detalha o posicionamento da direção ante a comunicação pública de Marina.
A crítica da Rede também sustenta que Marina não dialogou com a direção do partido e aponta que a filiação ou desligamento nunca foram objeto de questionamento formal pela sigla. A nota ressalta que as especulações sobre saída partiram dela ou do seu grupo, não da direção eleita.
Contexto interno e decisões recentes
Marina Silva anunciou no dia 4 que continuaria na Rede, após deixar o cargo de ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima para concorrer ao Senado. A sigla cita disputas internas e convites de PT, PSOL e PSB, fortalecidos após a eleição interna que elegeu Paulo Lamac, defendido pela ex-aliada Heloísa Helena, para o diretório nacional.
Segundo a Rede, decisões de Marina teriam contribuído para momentos de tensão interna e para a perda de quadros importantes. O partido afirma que não atender a pretensões de uma liderança não configura autoritarismo e reforça que a democracia interna depende do respeito às decisões coletivas.
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