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Mendonça afirma não ter dados sobre morte de sicário à CPI do Crime

Mendonça nega compartilhamento de dados da Operação Compliance Zero à CPI; informações permanecem sob sigilo e diligências seguem em curso

Decisão envolve pedidos sobre o Banco Master e a morte de Luiz Phillipi Mourão; acesso poderá ser reavaliado após avanço das investigações
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O ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, negou à CPI do Crime Organizado o compartilhamento de dados sobre o Banco Master e a morte de Luiz Phillipi Mourão, conhecido como Sicário de Vorcaro. A informação está sob sigilo na operação Compliance Zero. A decisão foi comunicada por meio de dois ofícios enviados à comissão na terça-feira.

Mendonça afirmou que o envio de documentos está inviabilizado no momento, pois as diligências ainda estão em curso e o compartilhamento pode comprometer as investigações. O ministro ressaltou a relevância da CPI, mas manteve o veto ao acesso imediato aos dados.

Os requerimentos 211 e 237 solicitavam informações sobre dois eixos: as atividades do Banco Master no marco da operação e dados do processo que apura a morte de Mourão. A negativa foi formalizada em dois documentos do STF, com respostas idênticas, assinados pouco depois das 22h de terça.

Sicário de Vorcaro

Luiz Phillipi Mourão, de 43 anos, integrava o núcleo de intimidação de adversários de Vorcaro, segundo a Polícia Federal. A PF informou que Mourão tentou tirar a própria vida e estava sob custódia da corporação em Belo Horizonte, hospitalizado desde 4 de março.

A defesa do sicário confirmou a morte dele em 6 de março, após internação no Hospital João XXIII, em Belo Horizonte. A PF não detalhou as circunstâncias do ocorrido nem as razões do internamento e da autodefesa relatada pela corporação.

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