Um jornalista questiona inconsistências em torno da morte de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como Sicário. A investigação foi realizada por Oswaldo Eustáquio e ganhou destaque após a divulgação de documentos.
Segundo ele, a certidão de óbito não traz a causa da morte. Mourão morreu em 6 de março, aos 43 anos, conforme a Polícia Federal, após supostamente executar ordens de Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, e ter sido encaminhado ao Hospital João XXII, em Belo Horizonte, dois dias antes.
Eustáquio aponta que o atestado traz a expressão Aguardando exames. Além disso, o documento não registra o local de sepultamento. O jornalista questiona se, com a indicação de exames pendentes, o corpo deveria permanecer no IML para novas perícias, dada a repercussão do caso.
O repórter afirma possuir material gravado sobre o caso e diz ter disponibilizado às autoridades. Entre as entidades mencionadas estão o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, e a Procuradoria-Geral da República.
O programa Sem Rodeios, da Gazeta do Povo, exibe conteúdos sobre o tema. O programa vai ao ar de segunda a sexta, a partir das 13h30, pelo canal da Gazeta do Povo no YouTube.
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