O governo classifica votações para a nomeação de Jorge Messias ao STF como com votos “indefinidos” em 16 cadeiras, segundo apuração interna. Entre os nomes no radar estão Davi Alcolumbre, Rodrigo Pacheco, Ana Paula Lobato e Angelo Coronel. A lista revela fraturas políticas que podem influenciar o andamento do processo.
Ao longo da trama, o governo mantém perspectiva de aprovação de Messias, ainda que com cautela. A CNN aponta que aliados estimam margem entre 48 e 52 votos favoráveis. Traz também a leitura de que parte da oposição e de segmentos do centrão podem não apoiar o indicado.
Por outro lado, integrantes da oposição no Senado e alguns independentes avaliam o cenário como desfavorável à confirmação, com estimativas que apontam para menos de 35 votos. Até a noite de segunda-feira (13), apenas Rodrigo Pacheco respondeu, por meio da assessoria, que ainda não declarou seu voto.
Cenários de votação
Para entender o desdobramento, é relevante observar o papel de cada interlocutor no Senado. A posição de Alcolumbre e de Lobato pode influenciar a composição de blocos, enquanto Coronel representa um recuo de aliados que haviam apoiado o governo. O resultado depende de negociações internas e de acertos com partidos.
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