O caso de fraudes bilionárias em descontos associativos do INSS ainda envolve uma grande quantidade de materiais a serem analisados. A Polícia Federal trabalha com documentos, celulares, HDs externos e tomadas de depoimentos, além de quebras de sigilos e pedidos de advogados.
A PF Checa cerca de 12 inquéritos abertos em diferentes estados, com coordenação em Brasília. A investigação é conduzida no STF, sob relatoria do ministro André Mendonça.
A delação de Mauricio Camisotti figura entre os pontos cruciais. O ministro deve encaminhar os anexos à PGR para manifestação, para avaliar eventual homologação do acordo.
A PF já colheu aproximadamente 10 depoimentos de Camisotti em São Paulo. Ele foi transferido do presídio de Guarulhos para a sede da Superintendência, no mês passado.
Paralelo, há força-tarefa planejando 35 depoimentos ainda faltantes. Entre eles, ex-servidores do INSS e ex-assessores do senador Weverton Rocha, que atuaria como vice-líder do governo no Senado.
Mesmo com o volume de material, a expectativa é entregar o relatório do inquérito ao STF ainda no primeiro semestre, segundo fontes da PF. O objetivo é detalhar o andamento das apurações.
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