Donald Trump assinou neste sábado uma ordem executiva nos Estados Unidos para acelerar a pesquisa médica e o uso de tratamentos com drogas psicodélicas. A medida orienta a FDA a acelerar a análise de substâncias como a ibogaína, visando ampliar o acesso a potenciais terapias.
A iniciativa foi anunciada após relatos de veteranos militares dos EUA de que a ibogaína pode auxiliar no tratamento do transtorno de estresse pós-traumático (TEPT). A substância é derivada de um arbusto africano e hoje figura na Lista I da DEA, classificada como tendo alto potencial de abuso e sem uso médico aceito.
Segundo a agência Reuters, autoridades afirmaram que já há evidências suficientes para considerar a ibogaína como possível opção terapêutica em saúde mental. Trump comentou que o tema estava cercado de tabu e que a decisão representa uma mudança nesse ambiente.
Mudança na pauta de tratamento
A assinatura ocorre no contexto de debates sobre novas abordagens para doenças mentais e dependências. A revisão da ibogaína pode abrir caminhos para pesquisas clínicas e potenciais aprovações regulatórias, conforme o andamento dos estudos.
O governo afirma que a prioridade é a segurança do paciente e a avaliação científica rigorosa. A FDA deverá acompanhar protocolos de pesquisa, eficácia, dosagem e possíveis efeitos adversos antes de qualquer indicação médica ampla.
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